TERAPIA TÂNTRICA

 

 

“Autoconhecimento e Empoderamento”

A Terapia Tântrica é um trabalho de autoconhecimento, desenvolvendo ao mesmo tempo Sexualidade, Poder Pessoal e Espiritualidade, através principalmente das práticas de meditação, exercícios de respiração e massagem tântrica.
Neste sentido, a Terapia influencia de maneira positiva na autoestima, no empoderamento de si, na aceitação, na descoberta das suas vontades e prioridades, no relacionamento consigo e com os outros, na relação sexual, na redução do estresse, na redução da timidez, no aumento da criatividade, na força para melhorar quaisquer aspectos da vida.
A Terapia Tântrica também traz maior consciência corporal, desenvolve as sensações orgásticas e ajuda na cura de disfunções sexuais, como anorgasmia e baixa libido.
Por outro lado, por se tratar de um trabalho que traz consciência para a sua vida, seus desejos, limites e potencialidades, sonhos e frustrações, a Terapia Tântrica é um importante coadjuvante para casos de Depressão e Ansiedade, podendo ser também direcionada a dependentes químicos e vítimas de agressão sexual e física, assim como para pessoas deficientes em processo de adaptação.

   

SEXUALIDADE

 

“Criatividade e Personalidade”

Sexualidade vai muito além do SEXO. Sexualidade está relacionada à nossa energia sexual, que é a nossa ENERGIA DE CRIAÇÃO: de criação de vida, de criatividade, de criação da nossa própria realidade.

Neste sentido, quando falamos em Sexualidade, falamos em PERSONALIDADE, em quem você é, como se mostra para o mundo e como por ele você é reconhecido. Estamos falando na dança, de como você dança com seus desejos, limites e potencialidades. Como você se joga no mundo, como você dá vazão ao que sente, ao que quer; assim como, por outro lado, o que você segura, o que reprime, o que tem vergonha, que vontades e desejos você esconde, a ponto inclusive de nem mais saber que eles existem, pois não olha para eles, não os acolhe há muito tempo.

Este é o nosso convite, olhar para aquilo que você gosta, aquilo que deseja, aquilo que vibra o seu coração e faz as suas pernas tremerem. Isso é tesão, é libido, e não estamos falando de sexo, mas sim, de TESÃO PELA VIDA, de vontade de viver, de criar, de ser feliz, de sentir algo de perder o fôlego de tão bom!

 

   

PODER PESSOAL

 

“O poder da escolha”

O Poder Pessoal é a nossa força interna, é o nosso posicionamento na vida, é conhecer as nossas PRIORIDADES. Ás vezes, usamos “prioridades”, um nome bonito, justamente para justificar fazermos algo que não queremos, que não gostamos, que nos cansa: “faço, pois é a minha prioridade!”.
Prioridade não é fazer o que não queremos, pois é necessário; prioridade é justamente fazer o que queremos, só por querer, porque nos faz bem, porque é importante para nós, porque nos dá energia. Se você perde energia com o que faz, à princípio, sua prioridade é tirar isso da sua frente!
E aí, entramos no mundo das ESCOLHAS. E escolher é dizer sim e não. Sim e Não para o que você quer para você, não para aquilo que o outro espera de você. E escolher é difícil. Escolher é Poder Pessoal.
Quando você descobre a força e o prazer que existe em escolher, você se posiciona na vida, não por birra ou para se sentir mais forte que o outro, mas porque você sabe o quanto é valioso para você se sentir bem, em paz e feliz com as suas escolhas. Quando você conhece o PRAZER DE VIVER aquilo que te faz bem, que te traz energia, você não deixa mais ninguém tirar isso de você.

   

NÃO É NORMAL

Não é normal

 

Não é normal fazer o que não gosta, implorar por carinho, clamar por atenção…

Não é normal sentir-se infeliz, a margem, ter de fazer malabarismos para se enquadrar…

Não é normal não ter prazer no trabalho, no amor e nas relações pessoais…

Não é normal ter de se esforçar para ver o lado bom da vida…

Não é normal agradar os outros e desagradar a si…

Não é normal não ser bem sucedida, não conseguir pagar as contas…

Não normal não querer, não dever ou não poder escolher…

Não é normal se conformar com o que sobra…

Não é normal achar tudo uma porcaria e não sentir-se realizada…

Não é normal não amar e não ser amada…

Não é normal sentir-se triste, desalentada, desmotivada e perdida…

Não é normal assistir sua vida passar a distância, como se não fizesse parte dela…

Não é normal ter a sensação de que não faz nada certo, de que não faz falta ou diferença…

Não é normal correr, correr e nunca chegar…

Não é normal se manter enclausurada em fantasias criadas pela sua cabeça…

Não é normal sacrificar-se para conseguir o que quer…

Não é normal fabricar satisfações , sensações e sentimentos…

Não é normal contentar-se com o que e com quem apareceu…

Não é normal olhar apenas para baixo, com receio do que está lá encima…

Não é normal ser movida pelo medo…

Não é normal paralisar-se e não conseguir ir além, se essa é a sua vontade…

Não é normal se esconder, se calar, se diminuir, se guardar numa caixa de contorcionismo…

Não é normal se recriminar, se julgar e autoflagelar…

Não é normal sentir-se sem escolha…

Não é normal ser infeliz…

Normal é ter prazer até nas dificuldades, é sentir-se livre mesmo estando amarrada, e escolher sempre, mesmo quando parece que não há caminho… Normal é colocar holofotes nas suas alegrias e realizações… Amar a si mesma aceitando seus erros e acertos e crescendo com cada conquista ou tropeço…Normal é estar confortável com quem é e como é, mas, mais normal ainda, é ser livre, tão livre a ponto de sentir-se segura para mudar tudo quando quiser.

Normal é seguir rumo a sua vontade, conectar-se com o que movimenta o seu corpo e faz seu coração vibrar, normal é sentir borboletas no estômago 24 horas por dia, 365 dias por ano, normal é ser feliz a vida toda, mesmo quando se está triste.

   

ESPIRITUALIDADE

 

“Sua Alma e Coração”
Aqui não estamos falando de religião, mas estamos falando de DEUS, do Deus que habita dentro de você. Alguns chamam de Deus, de Essência, de Alma, de Ciência, de Autoconhecimento.
Na verdade, para algumas linhas de estudo, autoconhecimento não existe. Não existe, pois, autoconhecer-se passa pela sua MENTE, e a sua mente não quer que você conheça tudo sobre você, pois algumas verdades são muito dolorosas.

Passamos coisas pela vida que não estamos dispostos a ver, a reviver, a analisar, a aceitar. Não porque é algo feio ou errado, mas porque é difícil, ou porque a sociedade, a família e pessoas externas possam achar equivocado ou diferente.
Por isso, no Tantra, vamos além da mente. Aproveitamos as nossas cabeças também, nossas ideias. Nossa mente e pensamento são deveras importante, mas tem algo a mais aí. E está lá dentro, onde a mente não pode alcançar. ESTÁ NO CORPO, NA ALMA E NO CORAÇÃO.
E isso a gente só acessa no silêncio, ou no movimento e expressão de som ao extremo, com profunda verdade e intensidade. Neste momento, acessamos o que está no nosso mais íntimo, aí se inicia o verdadeiro autoconhecimento, pois a mente já não consegue nos impedir de chegarmos aos nossos mais profundos sentimentos e experiências de vida. Aí sim, nossas verdadeiras emoções vêm à tona, nossas mágoas, frustrações, vergonhas, dores.
Mas, ao mesmo tempo, encontramos nossas felicidades, paz, força, amor e perdão.
Não há como viver feliz e em paz sem acolhermos as nossas dores, sem nos aceitarmos como somos de verdade. Isso não é fácil, mas é muito gostoso!

É LIBERTADOR! É DIVINO!

   

TANTRA PARA CASAIS – SINTONIA, CUMPLICIDADE, CONEXÃO, INTEGRAÇÃO, SINERGIA, JUNÇÃO

TANTRA PARA CASAIS

Ele e ela, claro e escuro, terra e água, raízes e asas, masculino e feminino, antagonistas, num instante polos opostos, lua e sol, noutro Yin e Yang no mais puro, natural e orgânico movimento, da dualidade nasce a unidade bailando a sagrada dança de Deus”

(Paula Nigama)

Veneno e néctar são duas facetas da mesma energia, assim é a vida e a morte e tudo que conhecemos. Tudo caminha em pares ou polos, para cada ser existe o seu correlato.

A natureza divina polarizou os seres. Nós humanos, numa tentativa desastrosa de arremedá-la, resolvemos polarizar e valorar as coisas, as situações, as relações, criamos equivocadamente o conceito de bom e mau e, consequentemente, parimos a condenação.

A condenação é destrutiva. Ao condenar algo, negamos as possibilidades, fechamos portas, recolhemos nossos radares e nos mantemos em espaços conhecidos, impedidos de evoluir, além de nos impor uma constante sensação de culpa e reprovação. Nos tornamos livres prisioneiros de conceitos morais que a tudo condenam.

As amizades, as relações, os sentimentos, as vontades e desejos, o corpo, a aparência, o comportamento, tudo é condenável. Condena-se os pensamentos e, por último e mais devastador, condenamos o sexo, que deveria ser exaltado, pois é através dele que se gera uma nova vida. O condenamos e ainda com maior fúria, nos tornamos infelizes julgadores e julgados de tudo e todos.

O Tantra é contrário a todo tipo de imposição de valor. Para o Tantra, nada é valorado, tudo apenas é, as coisas simplesmente existem. Por isso, na visão tântrica, nada é condenável, nada é excluído, tudo é agregável, tudo possui várias óticas e perspectivas, e todos somos livres e responsáveis para seguir o caminho que tocar nossa alma.

Na visão tântrica, não há diferença entre o sagrado e profano, entre o amor divino e o humano, tudo é uma continuidade, são extremos de um mesmo cordão. O mesmo se aplica ao sexo, o sagrado e profano caminham de mãos dadas. O sexo pode ser apenas expressão da sexualidade, mas pode ser a mais plena expressão de amor.

A mensagem do Tantra é clara, ele não acredita na filosofia do este ou aquele, o Tantra não é dado à sexualidade cega, e também não é dado apenas à espiritualidade, são ambas. Ele não rejeita nada, ele transforma tudo. Quando o sexo é aceito naturalmente, ele começa a se elevar. Neste instante, abre-se espaço para o sexo ser algo além da sexualidade, acessa-se à porta de entrada do paraíso, onde o sexo torna-se a mais plena e real conjunção.

Essa é nossa busca com esse trabalho elaborado especialmente e delicadamente para casais. Acessar o ato sexual enquanto conjunção, e mais, tornar isso possível, viável e acessível a todos, com qualquer tipo de vida. Sim, o sexo tântrico é mundialmente conhecido pelo tempo que seus praticantes dispõem para sua prática, sim, ele pode ser uma prática ritualística de horas, mas o grande segredo do sexo tântrico é o acesso e a sensibilização que seus praticantes desenvolveram.

Acesso para o Tantra significa perder-se na sensação, significa estar tão presente no ato, que será impossível mensurar a passagem do tempo. Acesso significa obter sensações incríveis que podem sim ser alcançadas em práticas de 5 horas, mas que podem ser igualmente possível alcançá-las em 15 minutos, enquanto seus filhos dormem no quarto ao lado. O compromisso do nosso trabalho é guiá-los na abertura e descoberta desses acessos.

   

TANTRA, ESTILO DE VIDA

TANTRA, ESTILO DE VIDA

Muito se fala de Tantra como um caminho para sexualidade plena e resignificada, o alcance de prazer nunca antes sentido, uma saída para a mesmice das relações, um apimentar do casamento, uma solução mágica, aquela tão sonhada e bem vinda novidade que proporcionará um vigor extra a uma vidinha sexual já desgastada pelo tempo.

O Tantra pode ser isso também, mas tem mais, muito mais.

O Tantra nasce a 5 mil anos como busca ao estado meditativo (momento perseguido na meditação), caminho de iluminação  e consequentemente expansão espiritual. Ocorre que os meditadores em suas práticas percebem em algum momento que a sensação mais próxima do estado meditativo era a sensação orgástica, no momento exato do orgasmo experiencia-se o pleno estado meditativo.

Começam a partir desse momento a utilizar a energia sexual, meditar através do orgasmo e aproveitam o orgasmo com finalidade espiritual. Práticas são desenvolvidas para aumentar o tempo do orgasmo, torná-lo mais longo, duradouro, sucessivo e consequentemente manter-se mais tempo em estado meditativo, em contato com sua essência e promovendo expansão físico, mental e espiritual. A finalidade do orgasmo nessa circunstância é diferente, não é orgasmar para melhorar a vida sexual e a qualidade do orgasmo, não, é utilizar o orgasmo para meditar.

Nesse contexto, nasce o Sexo Tântrico, um conjunto de práticas e ritos, que servem tão somente como ferramenta para aumentar o tempo da sensação orgástica, para se manter mais tempo em contato com o estado meditativo, não para aumentar o prazer sexual, trabalhar a libido, erotizar as relações ou apimentar os casamentos, nada disso, a busca era espiritual, meditativa e de expansão e transformação do ser humano.

Aqui no Ocidente, temos a impressão de que o Tantra está a serviço da sexualidade, a proposta é “ressignifique sua vida sexual, crie uma nova sexualidade para um nova humanidade”,  mas não, na filosofia original, é exatamente o contrário, a sexualidade está a serviço do Tantra, utilize sua energia vital (energia sexual, de criatividade e criação) para ressignificar não apenas sua sexualidade, mas sim a sua existência, neste sentido percebemos o quão mais amplo é o conceito do Tantra.

O Tantra contempla e engloba bem mais que a sexualidade, ser Tântrico é um estilo de vida, não é apenas fazer sexo por horas e com um prazer potente, não, praticar o Tantra é olhar para vida de maneira diferente, mais ampla, mais abrangente.

Aguçar a percepção sobre o mundo externo, mas, mais ainda, voltar os olhos para o interno. Tudo que necessitamos, na maioria das vezes já possuímos, basta tomarmos consciência e descobrirmos o caminho de acesso.  O Tantra te coloca de frente com suas vontades e desejos e promove uma real transformação, pois pinça de maneira muito certeira nossas prioridades.

Retira os véus e nos apresenta nossas fragilidades, dúvidas, rancores, receios e os meandros mais tortuosos aos quais nos submetemos por comodismo ou medo. Entramos realmente em contato com a essência mais ancestral do nosso ser, que às vezes nem mesmo nós sabíamos que possuíamos.

Enfim, o Tantra, enquanto finalidade real, promove um autoconhecimento profundo, a busca não é apenas procurar as respostas certas, mas, antes de tudo, melhorar e exercitar as perguntas e assim promover a real transformação, a interna.

Mas, e sobre a vida sexual, a tal ressignificação, o expandir de sensações, essa nova sexualidade capaz de levantar e sacudir qualquer relação, que promete salvar casamentos a muito soterrados pelo desgaste e ornamentado pela rotina? Era mentira, não existe, foi um truque de marketing? Mas isso muito me interessava, estava tão feliz com a possibilidade de trazer algo novo pra minha vida, e agora????

E agora, acalme-se, não se desespere, realmente o Tantra não nasce como paliativo, coadjuvante ou alternativa a uma vida sexual moribunda, o seu fim nunca foi tratar ejaculação precoce (ejaculação rápida), ou anorgasmia (ausência de orgasmo), muito menos apimentar relações, erotizar ou alimentar fantasias, promover sexo grupal, nada disso, mas é inegável admitir que viver o Tantra em sua essência, com a finalidade de expansão e meditação, pratica-se muito, sensibiliza-se sim o corpo e aprende-se caminhos e potencialidades antes desconhecidos, é um redescobrir-se, e sim, toda essa prática reflete na vida sexual de maneira significativa, podendo então sim: tratar disfunções sexuais, aumentar a sensibilidade do corpo, promover maior conexão e integração do casal, ampliar a sensação de orgasmo e, neste contexto, trazer novidades e apresentar sim aos pares uma sexualidade diferente, ressignificada.

O Tantra é o caminho da transformação, mas é também o caminho da liberdade da naturalidade, da fluidez, um dos seus efeitos mais marcantes é abrir percepções e possibilidades, então, não faria sentido eu escrever para dizer que Tantra não serve para você que está lendo, não, não, não, ao contrário o Tantra serve e está a disposição de todos que queiram com ele brincar, nossa missão é tornar o Tantra cotidiano, acessível, natural, trazê-lo ao alcance de todos quantos queiram conhecer, experienciar e vivenciar seus benefícios.

Queremos trazer ao alcance de todos o Tantra real, original, não deturpado, um trabalho sério que pode sim amplificar o seu prazer, renovar sua vida sexual, mas que pode ir muito além disso, não podemos jamais esquecer que tudo que se alcança com as práticas tântricas em prol da vida sexual é um efeito reflexo, potente, real, resolutivo, mas reflexo, não podemos, por conta de resultados tão poderosos do Tantra dentro da sexualidade, encaixotá-lo e afastar sua função primeira, que é a de proporcionar autoconhecimento, expansão, conexão e um caminhar em busca do real encontro com a essência do ser: a iluminação pessoal. Em outras palavras, o Tantra possibilita vivermos uma vida de paz e felicidade, independentemente do caos ao nosso redor, uma vida com menos sofrimento e com muito mais sabedoria, saindo da ignorância e do egocentrismo, aprendendo a compaixão, o amor e o respeito ao próximo.

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