TANTRA PARA HOMENS

Tantra para homens

O Tantra é mais conhecido pelo seu sexo, aquele que pode durar o dia inteiro, com direito a hiperorgasmos. No caso dos homens, o que mais chama a atenção é possibilidade de manter uma ereção contínua por muito tempo e levar a parceira ao êxtase.

Claro, muito deste estereótipo está relacionado ao sexo que conhecemos, que nos é vendido, principalmente pelo conteúdo pornográfico. O que não é errado, mas é apenas uma parte do sexo. O sexo vai muito além da penetração, do entra e sai, das fantasias sexuais. Sexo tem conexão, liberação de odores (ferormônios), água na boca, toques sutis, pegadas fortes, boca, língua. O corpo, coração e mente por inteiros.

Tantra é isso também, mas tem mais, muito mais. Tantra é comportamento, é um estilo de vida. Logo, Tantra é um olhar sobre todos os aspectos da vida, seja sexo, amor, relacionamentos, família, trabalho, amizade, Deus, vida, morte.

E no Tantra, o Homem é aquele que sustenta. Esse “sustento” acabou se restringindo a “trazer o dinheiro para casa” em alguns momentos. Sim, as mulheres têm cada vez mais conquistado seu lugar no mercado de trabalho e sua voz dentro de casa. Mas o homem ainda traz a figura do masculino como o provedor, e o provedor de contas pagas.

O sustentar masculino é mais do que isso. Estamos falando de ser o suporte, os pilares, a terra, a base, o refúgio, o esclarecimento. E isso pode significar dinheiro e pagar as contas. Mas também significa ouvir, estar presente, dar conselhos, falar o que pensa, ajudar nas tarefas de casa, compartilhar sentimentos, dar carinho, dar presente, dar esporro, preparar o jantar, ajudar a cuidar dos filhos, falar que ela está bonita. É fazer o que precisa ser feito para a mulher brilhar.

Se estivéssemos num espetáculo de dança, por exemplo, a mulher é a atração principal. É ela quem dança e brilha e contagia a todos. É ela quem fantasia tudo o que vai acontecer. O homem é a base, a estrutura. É ele quem dá limites ao voar da mulher, se não ela pode cair e se machucar. O homem cuida de todos os bastidores da peça, da luz, do som, do abrir e fechar das cortinas. É ele quem torna possível o espetáculo para a mulher. Ele é suporte, ela é a dança.

No sexo tântrico está a mesma ideia. O homem é o sustento, ele é a base para a mulher voar, para ela se entregar, para ela mergulhar em si mesma, para ela entrar em êxtase. Êxtase este que não vem do homem. O êxtase é dela. Assim como o êxtase do homem é dele. Um não tem o poder de dar prazer ou orgasmo ao outro. O prazer e orgasmo são nossos. O outro pode acessá-lo, mas não dá-lo. E no êxtase conjunto, os dois vão juntos, como um só, ao encontro de suas almas.

Este é o homem no Tantra. Aquele que sustenta. O que não é fácil, pois, para tal, é preciso muita coragem e muita energia. É preciso saber falar e calar, agir e recuar, sobretudo, estar presente. Se o homem não toma as rédeas da situação, enquanto sustentáculo da mulher, ela não se sente segura para fazer seus rodopios e abrilhantar o espetáculo. Ela tem de ter total confiança no homem para se entregar e mergulhar em si mesma e, consequentemente, entregar-se por completo a ele.

O nosso trabalho busca este masculino, através do desenvolvimento da sexualidade, poder pessoal e espiritualidade. No meio do caminho, o homem vai alcançar a tonificação genital e a ereção prolongada. Mas não para por aí. O homem tântrico é aquele que mergulha em si e busca se conectar com o seu masculino. Uma energia potente, assustadora. É um amadurecimento equilibrado, de modo a não entrar em extremos, como o “machão”, que trata a mulher como objeto, ou o “menino desprotegido”, que busca nas mulheres a figura materna, mas sim, tornar-se homem, as raízes que darão plena sustentação para mulher alçar vôo.

No Tantra, o homem tem de aprender o caminho. A mulher já sabe, ela só tem de se lembrar. E ensinar ao homem.

 

Por Bruno Prashanti

   

TANTRA PARA CASAIS – SINTONIA, CUMPLICIDADE, CONEXÃO, INTEGRAÇÃO, SINERGIA, JUNÇÃO

TANTRA PARA CASAIS

Ele e ela, claro e escuro, terra e água, raízes e asas, masculino e feminino, antagonistas, num instante polos opostos, lua e sol, noutro Yin e Yang no mais puro, natural e orgânico movimento, da dualidade nasce a unidade bailando a sagrada dança de Deus”

(Paula Nigama)

Veneno e néctar são duas facetas da mesma energia, assim é a vida e a morte e tudo que conhecemos. Tudo caminha em pares ou polos, para cada ser existe o seu correlato.

A natureza divina polarizou os seres. Nós humanos, numa tentativa desastrosa de arremedá-la, resolvemos polarizar e valorar as coisas, as situações, as relações, criamos equivocadamente o conceito de bom e mau e, consequentemente, parimos a condenação.

A condenação é destrutiva. Ao condenar algo, negamos as possibilidades, fechamos portas, recolhemos nossos radares e nos mantemos em espaços conhecidos, impedidos de evoluir, além de nos impor uma constante sensação de culpa e reprovação. Nos tornamos livres prisioneiros de conceitos morais que a tudo condenam.

As amizades, as relações, os sentimentos, as vontades e desejos, o corpo, a aparência, o comportamento, tudo é condenável. Condena-se os pensamentos e, por último e mais devastador, condenamos o sexo, que deveria ser exaltado, pois é através dele que se gera uma nova vida. O condenamos e ainda com maior fúria, nos tornamos infelizes julgadores e julgados de tudo e todos.

O Tantra é contrário a todo tipo de imposição de valor. Para o Tantra, nada é valorado, tudo apenas é, as coisas simplesmente existem. Por isso, na visão tântrica, nada é condenável, nada é excluído, tudo é agregável, tudo possui várias óticas e perspectivas, e todos somos livres e responsáveis para seguir o caminho que tocar nossa alma.

Na visão tântrica, não há diferença entre o sagrado e profano, entre o amor divino e o humano, tudo é uma continuidade, são extremos de um mesmo cordão. O mesmo se aplica ao sexo, o sagrado e profano caminham de mãos dadas. O sexo pode ser apenas expressão da sexualidade, mas pode ser a mais plena expressão de amor.

A mensagem do Tantra é clara, ele não acredita na filosofia do este ou aquele, o Tantra não é dado à sexualidade cega, e também não é dado apenas à espiritualidade, são ambas. Ele não rejeita nada, ele transforma tudo. Quando o sexo é aceito naturalmente, ele começa a se elevar. Neste instante, abre-se espaço para o sexo ser algo além da sexualidade, acessa-se à porta de entrada do paraíso, onde o sexo torna-se a mais plena e real conjunção.

Essa é nossa busca com esse trabalho elaborado especialmente e delicadamente para casais. Acessar o ato sexual enquanto conjunção, e mais, tornar isso possível, viável e acessível a todos, com qualquer tipo de vida. Sim, o sexo tântrico é mundialmente conhecido pelo tempo que seus praticantes dispõem para sua prática, sim, ele pode ser uma prática ritualística de horas, mas o grande segredo do sexo tântrico é o acesso e a sensibilização que seus praticantes desenvolveram.

Acesso para o Tantra significa perder-se na sensação, significa estar tão presente no ato, que será impossível mensurar a passagem do tempo. Acesso significa obter sensações incríveis que podem sim ser alcançadas em práticas de 5 horas, mas que podem ser igualmente possível alcançá-las em 15 minutos, enquanto seus filhos dormem no quarto ao lado. O compromisso do nosso trabalho é guiá-los na abertura e descoberta desses acessos.

Por Bruno Prashanti e Paula Nigama

   

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